TEXAS E OS COWBOYS

O título, meramente irônico, serve para ilustrar como me senti quando descobri que iria para o Texas. A primeira coisa que pensei, foi de fato, nos Cowboys, e só reforcei essa ideia quando, ainda na imigração, respondi ao oficial que estava indo para San Antonio e ele, depois de um risinho soltou um “ye-haaa”.

Tinha exatos 8 dias – que não acho que foram tão bem divididos assim – para passar por 3 cidades: Austin, San Marcos e San Antonio.

Expectativa x realidade

Austin:

Com certeza uma das minhas cidades preferidos nos EUA! Minha expectativa, que já era alta, foi superada pelo pouco tempo que passei na cidade. Infelizmente, peguei um super frio, o que me desanima muito. A cidade é super arborizada e tem várias áreas abertas de lazer, como ciclovias e parques – o que me motiva muito a voltar no verão. É lá também que fica o campus da Universidade do Texas, uma das grandes Universidades americanas, e como acontece em toda cidade universitária, tem uma atmosfera super jovem e festeira. Em toda esquina você cruza algum barzinho ou restaurante, na sexta avenida (a Vila Madalena deles), vários bares agitam a vida noturna, e em qualquer buraco que você se meta, tem alguma música boa acontecendo (não importa se você tá no bar ou no mercado: a cidade é muito musical!). Não bastassem todos esses motivos, Austin também sedia o SXSW, um evento gigante que acontece todo ano em meados de março e junta tecnologia, business e cultura em diversos espaços pela cidade.

San Marcos

Passei apenas uma tarde na cidade e acabei parando por curiosidade, estava totalmente fora do meu roteiro original. Minha impressão? Até agora, melhor lugar para fazer compras nos EUA. Os outlets são tão maravilhosos e com preços tão atrativos como os da Florida, porém sem a muvuca dos arredores de Orlando. Se estiver passando por lá, pare.

San Antonio

Não sabia muito bem o que esperar de San Antonio além do Alamo, então tudo o que eu vi/fiz na cidade, foi novidade. Além de ser um lugar cheio de história, a cidade é linda e o povo, super solicito. Se tiver oportunidade de ir, vá. Acho que até 3 dias na cidade é suficiente.

Roteiro:

Dia 1 {sábado} – Chegada

Cheguei no Texas pelo Aeroporto de San Antonio, de Delta, mas saindo do Brasil existem vôos direto paras Dallas e Houston pela American. Optei descer em San Antonio porque era a cidade que ficaria mais tempo e na hora de voltar, seria mais prático. O voo atrasou super e acabei chegando pela noite e super cansada. Não deu ânimo de fazer nada além de pegar o carro e dirigir para Austin (pouco mais de uma hora de viagem). Em Austin, fiquei no Kimpton, num quarto no canto no nono andar, com uma vista mais do que privilegiada.

Dia 2 {domingo} – Austin + Lake Travis

Esse era o único dia inteiro que teria em Austin, e por isso, tentei extrair o máximo da cidade. Confesso que a temperatura tava desanimadora (que chegou a -2C). Ainda assim, acordei animada, tomei café no restaurante do próprio hotel, o Geraldine’s, e parti em rumo à primeira parada: o Graffiti Park.

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Café da manhã do Geraldine’s

Dica: Se você se hospedar no Kimpton, o restaurante à noite funciona como bar e tem música ao vivo de qualidade praticamente todos os dias – na noite anterior, uma banda de jazz tinha tocado. O atendimento é ótimo e a comida é maravilhosa. Imperdível.

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O Graffiti Park é um museu a céu aberto, onde os grafites são feitos pelos visitantes. Fica numa área meio escondidinha e apesar de ser uma visita rápida, vale a pena para tirar fotos.

Dica: Se quiser deixar sua marca nas paredes do Grafitti Park, não se esqueça de levar tinta em spray. O lugar é super democrático e qualquer um pode interagir com as paredes.

Depois da rápida parada para fotos no Grafitti Park, incluí no roteiro um passeio que não planejava, mas que é clássico e vale super a pena: o Capitólio

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O Capitólio é a sede do governo no Texas, e é o segundo maior dos EUA (perdendo somente para o de Washington!). O lugar é lindo (tanto a área externa quanto o interior do prédio) e nos primeiros andares funcionam como um museu, com imagens e história de todo mundo que passou por ali (como George W Bush, que governou o Estado de 1995 a 2000).

E já estava na sede da Universidade do Texas, por que não dar um pulinho lá?

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Foto: Universidade do Texas

Amo visitar campus e achei que seria uma boa, já que além de tudo, era fim de semana e o último das férias escolares, o que deixaria tudo bem mais calmo para a minha visita.

E por fim, um pulinho para visitar o Blantom Museum of Art (que fica dentro da Universidade) e tomar um cafezinho – já que acabei pulando o almoço.

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Foto: Blanton Museum of Art

Dica: Se você tiver um tempinho, do outro lado da rua está o Bullock, um museu da história do Texas e que parecer ser super interessante. Infelizmente não consegui ir, mas diversos amigos americanos me recomendaram esse passeio.

De lá, arrisquei fazer uma viagem para os arredores de Austin (que durou cerca de uma hora) e fui até o condado de Travis, visitar o famoso Lake Travis, um reservatório formado pelo Rio Colorado, o maior rio do Texas e o décimo oitavo maior dos EUA.

Durante o verão, acontecem várias atividades no lago, mas como neste dia estava extremamente frio, só consegui mesmo tirar umas fotos e ir embora. A entrada custou U$10.

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Lake Travis

O lugar é lindo, mas se você, assim como eu, estiver atrás apenas de um cenário bonito para as fotos, sugiro que você pare em algum restaurante ou morro da região, ao invés e de pagar para ir até o lago.

Saindo de lá, fui almoçar no The Oasis, que fica bem em cima do lago e tem uma vista maravilhosa. O restaurante é mexicano, então se você, assim como eu, não tem muita tolerância para pimenta, é bom avisá-los: pouca pimenta ainda vai ser muita pimenta, e no Texas, eles levam esse negócio de pimenta mais a sério que em qualquer outro lugar dos EUA.

Hora de pegar a estrada de volta pra Downtown e como já era noite, uma paradinha no Whole Foods. Além de ser meu supermercado preferido no mundo, a unidade que fica no Lamar Blvd (entre a 5th e a 6th avenida) foi a primeira dos EUA. Sim, o Whole Foods nasceu em Austin! O mercado é enorme e além de todas as opções naturebas, tem vários corners que funcionam como restaurantes e dá pra comer por lá ou pedir para levar. Fui no restaurante asiático e pedi um lamen para viagem e foi um dos melhores que comi na vida.

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Foto: Whole Foods Market

Já sem coragem e morrendo de frio, terminei minha noite comendo meu lamen, embaixo do cobertor no hotel.

Dia 3 {segunda} – Outlets de San Marcos

Depois de acordar e tomar uma café da manhã reforçado no Cenote’s (uns 5 minutos andando a partir do hotel), hora de fazer check-out e partir para San Antonio.

Mas antes, uma paradinha em San Marcos!

San Marcos é uma cidadezinha que fica exatamente no meio do caminho entre Austin e San Antonio e que, apesar do tamanho, aparece quase todo ano listada em alguma publicação importante como uma das melhores cidades para se viver nos EUA.

Acabei não conhecendo a cidade porque passei o dia nos Outlets (Premium Outlets e Tanger, um em frente ao outro).

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Photo: Premium Outlets

Já cheia de sacolas, segui viagem para San Antonio.

Até quinta-feira fiquei hospedada no Hyatt Regency, uma espécie de hotel fazenda, que fica a uns 20km do centro da cidade.

Dia 4 {terça-feira}, dia 5{quarta-feira}, dia 6 {quinta-feira} – Rancho em San Antonio

Interessante a experiência de ficar 4 dias em um Rancho no Texas. Nestes dias, fiquei trabalhando no hotel, onde dividi meu tempo em:  trabalho, dormir, comer e ficar no spa, haha. Fiz todos os possíveis tratamentos no spa! O lugar é uma delícia e tem parque aquático, 3 restaurantes (um deles estava em reforma quando estive lá), lojinhas, trilhas pelo hotel, quadra de golfe e…spa (rs).

Mesmo que longe do centro, a uma curta distância de carro dá para encontrar os clássicos americanos, como Walgreen’s, Target, etc. Como gastei minha cota (e paciência em compras nos Outlets), tirei esses dias para aproveitar o hotel.

Dica: No verão, as opções de diversão são muito maiores. No hotel, por exemplo, o complexo aquático estava fechado no inverno. Outra atração ali pertinho, o SeaWorld, também não abre no inverno.

Dia 6 {sexta-feira} – Downtown San Antonio

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Foto: Site Oficial

Hora de fazer as malas, deixar o rancho pra trás e conhecer San Antonio de verdade. Migrei para o Hotel Contessa, que fica na River Walk e que foi por onde comecei o passeio.

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River Walk

A River Walk é uma região que fica à margem do rio (por isso, esse nome) cheia de lojinhas, hotéis e restaurantes. Após uma curta caminhada, estávamos no Alamo.

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Alamo

O Alamo, que hoje funciona como museu, foi o local de uma das expedições missionárias que aconteceram na região e que, no século XIX presenciou uma tomada mexicana que dizimou milhares de soldados e que culminou com a independência do Texas, que até então fazia parte do México. É um passeio indispensável para entender um pouco da anexação do Texas aos Estados Unidos.

Como parte da minha adoração por arranha-céus, saindo do Alamo dei uma caminhada até o Tower of Americas.

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Tower of Americas

Não achei imperdível, mas a minha sugestão caso você queira muito fazer, é deixar para o fim da tarde, já que além de ver o pôr do sol, dá para jantar no restaurante que fica no último andar.

Voltando para a River Walk, comecei a noite no passeio de barco.

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O passeio dura mais ou menos uns quarenta minutos e custa U$10. Apesar de acompanhar um guia que faz a narração, achei bem complicado entender o que ele estava falando por causa do barulho nos arredores. De qualquer forma, super recomendo.

E por fim, já morta com farofa, fui para o restaurante do hotel comer maravilhosos nhoques (porque nhoque a gente come em qualquer lugar do mundo) e dormir.

Dia 7 {sábado}: Volta ao Brasil

Dia de correr para o Dunkin Donuts para um rápido café da manhã e preparar a volta ao Brasil. Partindo de San Antonio, tive uma conexão em Atlanta e 9h depois, cá estava em São Paulo!

Importante! 

Clima: Não se engane quando alguém falar que não faz frio no Texas. De dezembro a fevereiro faz frio sim, especialmente em Austin. Em San Antonio a temperatura esteve agradável na maior parte do tempo (entre 15 e 22 graus Celsius). Quanto ao verão, não posso afirmar, mas já ouvi que é um calor insuportavelmente quente. Se puder, assim como em qualquer lugar do mundo, tente viajar em estações amenas (primavera/outono).

Mais um detalhe que me chamou atenção foi a alta de pólen no período que estive por lá, no fim do inverno. Nunca tinha sentido isso, mas é uma alergia eterna. Se você, assim como eu também é cheio dos ites, muito provavelmente não se adaptará muito bem a esse período.

Transporte: Não pesquisei muito sobre transporte público, mas acho que ter um carro alugado é a opção mais viável, principalmente se você quiser viajar entre as cidades. Vale ficar atento que em Austin, o Uber foi suspenso. Então, o jeito vai ser pegar táxi. Em San Antonio, ficando na Downtown dá para fazer tudo a pé.

Comida: Como em todas as grandes capitais, as opções de alimentação são bem democráticas, mas vale ficar atento às opções em cidades menores do Texas que oferecem basicamente comida Tex-Mex, que para muita gente é maravilhosa, mas eu odiei, rs. Em Austin a oferta era ótima, inclusive com opções vegetarianas em quase todos os lugares.

Custo geral: $$(barato)

SÃO PAULO E AS SEGUNDAS FEIRAS

Segunda feira é mundialmente o dia menos esperado e querido por todos, certo? As justificativas mais comuns talvez sejam: começo da semana, retorno às atividades de trabalho/estudos, preguiça, sono, saudades do fim de semana…

Mas fato é que toda semana tem que começar, e as segundas-feiras são fortes o bastante pra aguentar o tranco! Mas já parou pra pensar quantas vezes você conseguiu tornar este dia indesejado mais gostoso? Algumas vezes ele coincide com um feriado e você aproveita um dia extra de folga, outras vezes expande sua mini viagem de fim de semana para retornar para casa com mais calma, e a tal segundona se torna menos desagradável, não é mesmo?

Os mini feriados que estão acontecendo neste semestre me fez parar para pensar nos visitantes que podem estar circulando pela cidade e terem as segundas-feiras livres. Na maioria das vezes, quando programo uma viagem, fico receosa quanto ao que programar de passeios para este dia da semana. Além de universalmente rejeitado, é também comum em muitos lugares ser o dia de fechamento de restaurantes e museus.

São Paulo é uma cidade cheia de acontecimentos, mas já parou para pensar que este padrão também se repete por aqui, em muitos estabelecimentos?

Está montando seu roteiro de viagem? Fique atento: vou reunir aqui algumas atividades que podem ser incluídas na programação das segundas-feiras para quem esta de passeio pela cidade. (E se você for um morador paulistano de nascença, ou apenas de coração, que tal tentar fazer alguma destas coisas um dia desses? De vez em quando é bom sair da rotina e dar uma chance para a Segunda ser tão legal quanto a Sexta!).

PINACOTECA DE SÃO PAULO – Abre as Segundas-Feiras!

Inusitadamente, o museu de arte mais antigo da cidade, passou a funcionar de Quarta a Segunda, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h).

Com ênfase na produção brasileira de artes visuais do século XIX até a contemporaneidade, a visita vale tanto pelas exposições e significativo acerco (quase 10 mil obras!) quanto pelo edifício – construído no final do século XIX para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios, foi amplamente reformado pelo premiado arquiteto Paulo Mendes da Rocha no final dos anos de 1990.

Com audioguia gratuito, e em três idiomas (português, inglês e espanhol), o museu convida seus ouvintes a um roteiro proposto, com duração aproximada de 1h30, ou permite acompanhar livremente as obras que mais lhe interessarem.

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Fonte: Site oficial

MUSEU LASAR SEGALL – Abre as Segundas-Feiras e gratuito!

O museu, idealizado pela esposa do artista, está instalado na antiga residência e ateliê que o próprio habitou. Aberto para visitas de Quarta a Segunda, das 11h às 19h.

Em 1985 foi incorporado à Fundação Nacional Pró-Memória, integrando o IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus-Ministério da Cultura).

O espaço reúne um acervo grandioso do artista, desde obras originais do artista, mobiliários, documentos e fotografias. Além disto, atua como centro cultural, realizando visitas monitoradas, cursos de gravura, fotografia, criação literária, projeção de cinema e dispõe de uma enorme biblioteca.

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Fonte: Site Oficial

SALA SÃO PAULO – Visita monitorada (e tranquila).

Se você estiver pelo Centro, por ter ido à Pinacoteca, aproveite para visitar mais ao redor. Como disse, a Estação da Luz é linda e, apesar das obras de reconstrução da estação e do Museu da Língua Portuguesa após o incêndio, ainda há muito o que se ver e se encantar por lá. Logo ali ao lado temos a Estação de trem Júlio Prestes, ainda em funcionamento pela CPTM, e antiga Estação da Estrada de Ferro Sorocabana, do período áureo do café – hoje sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

As visitas devem ser pré-agendadas por telefone ou e-mail, mas com certeza, a vantagem de ir neste dia é aproveitar o passeio com menos movimento e mais calma para conhecer e apreciar o espaço.

O acompanhamento de um guia também é maravilhoso! Aproveite para saber tudo sobre este patrimônio histórico e marco da cidade, o processo de restauro e revitalização realizado nas últimas décadas e o projeto de adequação do local para a construção da Sala de Concertos – listada entre as melhores do mundo – sua acústica e estrutura.

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Fonte: Site Oficial

CAIXA BELAS ARTES – Preço camarada!

Até pouco tempo atrás, ao pensar em cinema visualizávamos apenas as grandes salas que se instalaram nos muitos Shoppings Centers da cidade, certo? Mas por muito tempo não foi assim: a maioria das salas estava presente em estabelecimentos térreos, nos grandes centros comerciais ou galerias.

Nos últimos anos, depois de alguns acontecimentos pontuais, pudemos observar o retorno de algumas salas quase extintas e o resgate da magia e charme de ir assistir a um filme em cinema de rua, com grandes letreiros, posters iluminados e pipoqueiro na porta.

Para muitos paulistanos, o Caixa Belas Artes é um dos primeiros pontos que vem à cabeça. Primeiramente denominado “Cine Belas Artes” foi inaugurado em 1967 e sua programação alternativa, mesclando filmes de diversas nacionalidades, desde mais artísticos, clássicos à produções contemporâneas, se consolidou como um dos pontos de encontro intelectual e artístico mais importantes da cidade.

Em 2011, ao ser fechado, o movimento popular contra o fechamento da casa foi criado e fortalecido pelas mãos de moradores da cidade, cinéfilos e clientes, coletando mais de 90 mil assinaturas e representando a maior mobilização já ocorrida no Brasil em defesa de um patrimônio cultural. Mas esta linda história não teve um final feliz tão rápido… mesmo com esta ação bem sucedida, não foi possível adiar o encerramento das atividades. Em 2013 houve o tombamento da fachada do cinema pelo Patrimônio Histórico Estadual, e apenas em 2014 a Prefeitura da Cidade de São Paulo, junto à Caixa Econômica Federal, viabilizaram a reabertura do clássico, e amado, cinema de rua.

Não tem como não querer visitar o espaço depois de saber toda esta história de amor e luta, não é mesmo?

Todas as instalações foram reformadas e atualizadas, dando origem a um espaço muito confortável e agradável. Aproveite para também tomar um café, acompanhar a passagem apressada dos pedestres pela Rua da Consolação e ser transportada para outros tempos.

Confira a programação semanal no site clicando aqui

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Fonte: Estadão

CINESALA – Preço camarada & Parceria com descontos!

A Cinesala é a primeira unidade de um projeto que busca desenvolver cinemas especiais que recuperem, valorizem e promovam o encontro de pessoas em torno de ideias e cultura.

A reforma de um tradicional cinema de rua do bairro, existente desde 1962, valorizou a escala humana e os cuidados artesanal em receber as pessoas, resgatando a sensação nostálgica de ir ao cinema nas décadas passadas.

Em 2015 foi eleita a sala de cinema mais confortável, e pode-se dizer que isto ocorreu devido a um diferencial muito especial: os assentos variam entre poltronas, e sofás (individuais ou duplos). Estes últimos poderiam ser melhor chamados de camas. Sim, com leve inclinação para a região do pescoço e cabeça, você pode assistir aos filmes na maior comodidade possível. O máximo, não é?

Confira a programação semanal, clique aqui

Img 5 - Cinesala
Fonte: Site oficial

RESTAURANTES – Menu Executivo!

São Paulo é conhecida como a “Terra da Garoa”, mas seria muito apropriado também chamá-la de “Terra da Comida Boa”, ´não é mesmo? Sabemos da variedade gastronômica que a cidade reúne, muito por conta da enorme parcela da população que é filha, neta e bisneta de imigrantes. Sem falar dos que próprios estrangeiros, mais recém-chegados aqui. Italianos, espanhóis, portugueses, japoneses, libaneses, chineses, coreanos…

Mas nem sempre comer bem significa comer barato. Em uma ação que vem sendo cada vez mais praticada em outros países, e ainda mais em períodos de crise, muitos restaurantes seguem a tendência e vem investindo na proposta de Menu Executivo para o almoço nos dias úteis da semana. Na minha opinião, é uma forma muito inteligente de atrair clientes para a casa em dias de menor movimento, quando o intervalo de almoço do trabalho não nos permite fazer refeições muito elaboradas e longas, mas ainda gostaríamos de comer algo especial, conhecer um espaço novo e não deixar o dia passar batido.

No geral, a proposta dos restaurantes é oferecer uma combinação de pratos – reunindo alguns itens como couvert ou entrada, prato principal, sobremesa ou bebida – a um preço fixo. Alguns podem ter uma lista fixa de opções ou uma combinação nova todo dia. O bacana para nós clientes é ter a chance de ter uma experiência nova a um valor acessível. Já para os restaurantes, a oportunidade de se apresentar e se tornarem atrativos para outras ocasiões, conquistando novos fregueses.

Curtir a comida boa de São Paulo, novos ambientes e tudo por um custo inferior ao comum é bom demais! Seguem alguns nomes de restaurantes bem avaliados que apresentam propostas assim:

Petí Gastronomia

R$ 43,50 (Menu Completo)

R$ 39,50 (Menu Reduzido)

Rua Cotoxó, 110 – Bairro Perdizes

Jiquitaia

R$ 49,00 (Entrada + Prato Principal + Sobremesa)

Rua Antonio Carlos, 268 – Bairro Consolação

Nino Cucina & Vino

R$ 44,00 (Dois Antepastos + Prato do dia + Fruta)

Rua Jerônimo da Veiga, 30 – Bairro Itaim Bibi

Jamie’s Italian

R$ 59,00 (Entrada + Prato Principal + Sobremesa)

Avenida Horácio Lafer, 61 – Bairro Itaim

Modern Mamma Osteria

R$ 49,00 (Entrada + Prato Principal + Sobremesa do dia)

Rua Manuel Guedes, 160 – Bairro Itaim Bibi

Eataly

Pranzo Veloce: R$ 38,00 (Prato do dia + Água, suco ou refrigerante orgânico + Doce)/R$ 44,00 (com taça de vinho)

Pranzo d´Affare: R$ 52,00 (Antepasto + Prato Principal + Sobremesa)

Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, 1489 – Bairro Vila Olímpia

L’ Entrecôte de Paris

R$ 57,80 (Salada + Prato Único: Entrecôte com fritas)

Rua Pedroso Alvarenga, 1135 – Bairro Itaim Bibi

Rua Ministro Rocha Azevedo, 1041 – Bairro Jardins

Rua Pará, 210 – Bairro Higienópolis

Avenida Magalhães de Castro, 12000, Shopping Cidade Jardim, 3º piso

Avenida Dr. Chucri Zaidan, 902, Shopping Market Place, Piso 1

Rua Engenheiro Stevenson, 10, Shopping West Plaza, Piso Térreo Bloco B

Almodovar

R$ 34,90 (Entrada + Prato Principal + Sobremesa)

Rua dos Pinheiros, 274 – Bairro Pinheiros

Tasca do Zé e da Maria

R$ 59,00 (Entrada + Prato Principal + Sobremesa)

Rua dos Pinheiros, 434 – Bairro Pinheiros

Minha dica é sempre entrar em contato previamente com o restaurante pelo qual se interessou e se informar se é necessário fazer reserva, confirmar o preço e o horário em que a o Menu Executivo é servido.

Mais informações:

Pinacoteca de São Paulo

Praça da Luz, 02 – Bairro Luz

Visitas: Quarta a Segunda, das 10h às 17h30 (com permanência até às 18h)

Ingressos: R$6,00 (inteira) e R$3,00 (meia). Crianças até 10 anos e adultos maiores de 60 não pagam. Gratuidade aos sábados para todos.

Como chegar: A dica é usar o transporte público: localizada logo em frente à também linda, e histórica, Estação da Luz do Metrô e CPTM.

Telefone 3324-1000

Museu Lasar Segall

Rua Berta, 111 – Bairro Vila Mariana

Visitas: Quarta a Segunda, das 11h às 19h

Ingressos: Gratuito.

Como chegar: Fácil acesso pelas Estações Santa Cruz e Vila Mariana do Metrô (Linha 1 – Azul).

Telefone 2159-0400

Sala São Paulo

Praça Júlio Preste,s 16 – Bairro Luz

Visitas: Segunda a Sexta, das 13h às 16h30.

Agendamento prévio obrigatório pelo telefone (11)3367-9573 ou visita@osesp.art.br

*Grupo com mais de 10 pessoas: agendamento obrigatório com no mínimo 5 dias úteis de antecedência.

Ingressos: R$5,00 (inteira) e R$2,50 (meia para estudantes, aposentados e maiores de 60 anos).

Como chegar: A dica é usar o transporte público: está localizada a poucas quadras da Estação da Luz do Metrô e CPTM.

Caixa Belas Artes

Rua da Consolação, 2423 – Bairro Consolação

Ingressos – Segundas-Feiras (exceto feriados): R$18,00 (inteira) e R$9,00 (meia).

*Segunda-feira do trabalhador (exceto feriados): apresentando um documento de trabalho (CTPS; holerite; comprovante de recolhimento do INSS; cartão de autônomo; carteira funcional; etc) o trabalhador paga meia-entrada.

Como chegar: Mais uma vez, use o transporte público: localizada quase na esquina da Avenida Paulista, está ao lado do acesso à Estação Paulista do Metrô (Linha 4-Amarela) e a 5 minutos à pé da Estação Consolação do Metrô (Linha 3-Verde).

Telefone 2894-5781

Cinesala

Rua Fradique Coutinho, 361 – Bairro Pinheiros

Ingressos – Segundas-Feiras (exceto feriados):

Poltrona: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)

Sofá Individual: R$32,00 (inteira) e R$16,00 (meia)

Sofá Duplo: R$62,00 (inteira) e R$31,00 (meia)

*Parceria Cinesala + Catraca Livre: Somente às Segundas-Feiras, ao comprar na bilheteria, mencione a parceria e pague preços especiais para cada uma das opções de assento (em qualquer sessão do dia).

Como chegar: Muito fácil usando o transporte público: localizada a 5 minutos à pé do acesso à Estação Fradique Coutinho do Metrô (Linha 4-Amarela).